Paulo Rangel criticou hoje “algumas hesitações” do anterior governo sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia e considerou que com o executivo de Montenegro deixou de haver ambiguidades.

“O primeiro-ministro Luís Montenegro deu um sinal claro de ser a favor do alargamento da União. Isto é uma coisa que julgo que precisava de ser clarificada, porque Portugal teve algumas hesitações, especialmente quando se estava a dar o estatuto de candidato no ano passado”, sustentou o ministro dos Negócios Estrangeiros, no final de uma reunião ministerial da Aliança Atlântica, em Bruxelas.

O ministro reconheceu que o governo do socialista António Costa estava “totalmente ao lado da Ucrânia” mas, na questão do alargamento, “houve ali, pelo menos, alguma hesitação que cria sempre uma margem mínima de ambiguidade”.

“Agora não há ambiguidades”, completou.